6 de fev. de 2025

608) Não se Tomam Decisções Importantes Lamentando uma Derrota

 

Não se tomam decisões importantes lamentando uma derrota *

Mônica Clemente (Manika) 

Quantas vezes você já tomou decisões precipitadas após uma briga?

Essa decisão aproximou ou afastou você do seu centro?

*A frase supracitada, como título desse texto, foi escrita pela roteirista Erica Lipez, na Temporada 2, episódio 10 da série Suit / Netflix para a personagem Jessica Pearson, uma advogada interpretada pela maravilhosa Gina Torres.

Seu temperamento estrategista, semelhante ao da deusa Atena, compreende que decisões importantes não podem ser tomadas com foco no que foi perdido.

Para que haja vitória, é preciso focar na solução. E essa estratégia não se aplica apenas a competições; ela é igualmente válida para a vida cotidiana.

Lamentar a derrota significa se perguntar: “Por que isso aconteceu comigo?”, “Por que sempre atraio esse tipo de relação?”…

Primeiro, não há “atração”.  O que existe é uma busca inconsciente pela repetição das emoções dolorosas vividas na infância — até que se tome consciência do padrão e se decida transformá-lo.

Se a pergunta está voltada para a derrota (“Por que eu…?”), não há saída.

Focar na solução, como na Constelação Familiar, leva a perguntas mais eficazes: “Como resolvo essa questão?”

Às vezes, a resposta vem como um raio: “Honre sua mãe”, “Pare de adiar a terapia”, “Faça uma formação”, “Não coloque os pontos nos ‘is’ com quem nunca escutou você e nunca reconhecerá seus esforços”, etc.

Na vida amorosa, lamentar o fim de um relacionamento perpetua uma situação que se arrastará por anos.

Por outro lado, como Hellinger orientava, se apoiar no amor sentido desagua em uma nova vida.

No trabalho, focar em ser mais feliz pode eliminar irritações desnecessárias no emprego atual, ao mesmo tempo em que canaliza sua energia para construir pontes de saída, seja por meio de uma nova formação ou empreendimento.

E lembre-se: algumas vezes, não há solução.

Nesses casos, ou a questão já está resolvida e é você quem continua criando o problema, ou este é o início da sua jornada espiritual — um chamado para se entregar a uma força maior que irá guiá-lo para uma vida mais plena.

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Floral: White Chestnut + Willow. O 1o traz clareza. O 2o faz parar de sentir pena de si mesmo, buscando culpa no mundo, para partir para a ação. 

Mônica Clemente (Manika)

@manika_constelandocomafonte

 

Fica Técnica SUIT

2011 - 2019 | min | ComédiaDramaCrime

Criado por Aaron Korsh

Elenco: Gabriel MachtRick HoffmanSarah Rafferty

Netflix

#suit #prsarkar #Hellinger #constelacaofamiliar #FloraisDeBach 

Cinema e Constelação Familiar,P.R. Sarkar, Hellinger, Gina Torres, Suit, Jessica Pearson,Florais de Bach, White Chestnut, Willow

 

9 de jan. de 2025

607) Quem Irá se Decepcionar Primeiro?

 Ilustração de Yuval Robichek @yuvalrob

Quem irá se decepcionar primeiro?
Mônica Clemente (Manika) 

A imaginação feminina, que alça seu homem às alturas, ou ele, com sua visão mais realista? 

Ou será que a imagem fala do amor refletido no Luar, pouco importando quem projeta o quê no outro? 

Talvez os amantes estejam sonhando, projetando desejos nas estrelas... 

Ou seria um déjà-vu ciclônico? 

Aquela velha sensação, de séculos e mais séculos, de colocar o Luar onde nem existe Lua? 

Nem sempre o homem é o intuitivo, imaginativo, artista e idealista na relação, embora, sobre a mulher, quase sempre pese os afazeres domésticos. 

Quantas artistas, de mãos cheias, passaram a vida cuidando – muitas vezes até financeiramente – de maridos escritores, empreendedores, visionários ou que ainda não se encontraram? 

Quantas delas foram abandonadas com filhos de homens que sonhavam com outras vidas? 

E quantas delas abdicaram das suas vocações para dar chão aos devaneios de outros, muitas vezes nem tão promissores como elas? 

Algumas desistiram de se casar novamente, depois de perceberem que seus esforços extraordinários, raramente reconhecidos, eram tratados como algo óbvio. Enquanto os feitos de seus ex-maridos, por menores que fossem, eram celebrados como extraordinários? 

Nem a Terra nem o Céu concordam com esse “des-balanço”... Até porque vivem se beijando.

 

Ilustração de Yuval Robichek @yuvalrob

Mônica Clemente (Manika)

@manika_constelandocomafonte


#darereceber #familienstellen #constelaçãofamiliar #intuição #sensação #mbti #relaçãodecasal #Yuvalrobichek

6 de jan. de 2025

606) A Arte de se Sentir em Conexão com o Universo - Feliz dia dos Astrólogos

 


Astrologia: A Arte de se Sentir em Conexão com o Universo

Mônica Clemente (Manika) 

Temos, mesmo sem saber, sensibilidade compartilhada com o Universo. O nome desse relacionamento cósmico é astrologia. 

Na China, por exemplo, a astrologia é usada para calcular o dia, a hora e o local de uma morte, permitindo encontrar a pessoa em sua próxima vida. É dessa forma que o Tibete tem identificado o Dalai Lama por séculos. 

Os Reis Magos, com outros cálculos, encontraram Jesus. 

Para Jung, a astrologia é a arte de ler o inconsciente projetado nas estrelas. 

Na Mitologia, ela nos guia em segurança para dentro e para fora do labirinto do Minotauro, como fez Ariadne. 

Para Osho, astrologia é espiritualidade, pois somos um com o Universo. 

Para os alquimistas, as estrelas também nos habitam. Somos um Céu. 

Para mim, a astrologia é a revelação da empatia cósmica: as conexões sutis que entrelaçam todos os seres em múltiplas relações. 

Por isso, transformei-a em Astrofenomenologia: a leitura astrológica do mapa de uma pessoa por meio da fenomenologia da Constelação Familiar, reconhecendo que somos parte afetadas e afetantes de sistemas maiores. 

A forma como essas dinâmicas se manifestam em cada indivíduo é algo que a postura fenomenológica ajuda a revelar, não por meio de protocolos rígidos, mas através de fluxos de compreensão. 

Minha gratidão a todas as pessoas maravilhosas que já fizeram suas jornadas astrofenomenológicas comigo e àquelas que, generosamente, indicam meu trabalho. 

Feliz Dia do Astrólogo!

Feliz Dia dos Reis Magos! 

Mônica Clemente (Manika)

@astrofenomenologia
@manika_constelandocomafonte

 #diadoastrologo #diadosreismagos #astrologia #reencarnação

605) Uma Lição Espiritual Em Sintonia com Movimentos Celestes em 2025

 


Uma Lição Espiritual Em Sintonia com Movimentos Celestes em 2025
Mônica Clemente (Manika)

Quanto tempo você tem perdido imaginando ou esperando que as condições ideais cheguem para fazer o que veio fazer? 

Para Shrii Shrii Anandamurti (Baba), mestre espiritual, grande parte das “impossibilidades das condições”têm uma fonte que pode ser transformada rapidamente. 

Era assim que ele treinava seus monges, desafiando uma das maiores barreiras de toda realização. 

Baba os instruía a criarem planos para inaugurar escolas infantis nas áreas mais pobres do planeta. Os monges traziam planejamentos de dois anos, que eram imediatamente recusados:

— Muito tempo. Menos! 

Eles repensavam e propunham um ano. Baba insistia:

— Menos!


Seis meses? Ainda não. 

A negociação continuava até que concordassem em estabelecer as escolas em 24 horas, assim que chegassem aos seus postos de trabalho. 

Então, Baba encerrava as reuniões com uma poderosa lição: 

“O maior obstáculo está em suas mentes. Se eu der dois anos, vocês encontrarão mais problemas pelo caminho.” 

E foi assim que muitas escolas da Ananda Marga, a ONG de Baba, surgiram: em 24 horas (Eu mesma fui professora de duas delas, em São Paulo e Porto Alegre). 

Em 2025, Plutão entra em Aquário após 18 anos em Capricórnio. Netuno, depois de 11 anos, e Saturno, depois de dois anos, caminharão juntos em Áries. Urano, depois de sete anos em Touro, fará sua transição para Gêmeos, preparando-se para uma permanência definitiva em 2026. 

Essas mudanças de signos dos planetas lentos - mais alguns alinhamentos de planetas no nosso sistema Solar - ecoam o ensinamento de Baba. E, curiosamente, encontram ressonância nas palavras de uma escritora que nunca o conheceu: 

“Seja lá o que você deva fazer, faça agora. As condições são sempre impossíveis.” (Doris Lessing)


Obrigada, 2024!

Sim, 2025!

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PS: curiosamente, esse é 30 texto escrito em 2024, sendo o 605 texto desse blog. Em 2025 eu faço 60 anos, 2o retorno de saturno finalizado, desde a data que nasci, em 1965. Sincronicidades.

Mônica Clemente (Manika)

@manika_constelandocomafonte

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“Whatever you’re meant to do, do it now. The conditions are always impossible.”

(Doris Lessing)

#yoga #felizanonovo #prsarkar #sim #anandamarga #anandamurti #astrologia #astrofenomenologia #dorislessing #amurt #amurtel


17 de dez. de 2024

604) Mercúrio Retrógrado: Um Portal para Talentos e Transformação

  

Mercúrio Retrógrado: Um Portal para Talentos e Transformação

Mônica Clemente (Manika)
@manika_constelandocomafonte

                                                   Depois dos últimos 40 dias com Mercúrio retrógrado, 
fica a dica de como aproveitá-lo em 2025.

Mercúrio fica retrógrado três vezes ao ano. Na verdade, ele não anda para trás, mas a posição da Terra em relação a ele cria essa perspectiva, que simbolicamente significa a visita de territórios já percorridos em sua sombra, abrindo caminho para revisões e reflexões. 

Nascer com Mercúrio retrógrado no mapa astral é um convite para enxergar o que outros não veem, especialmente no signo e casa onde ele se encontra. Além disso, se Mercúrio estava retrógrado quando uma pessoa nasceu, seu Mapa Progredido, que reflete a evolução do mapa astral, pode estender esse período retrógrado por anos, influenciando temas-chave da vida. 

Por exemplo, Freud tinha Mercúrio retrógrado na 8ª casa, relacionada a sonhos e terapia, em harmonia com Plutão. Essa configuração astrológica refletia sua criação da psicanálise. No meu caso, tive Mercúrio retrógrado em Áries, migrando da casa 12 para a 11 nos primeiros 16 anos de vida. Essa posição despertou dons mediúnicos e premonições que, inicialmente assustadores, me levaram à prática do yoga e ao estudo da astrologia e cartas ciganas. Mais tarde, desenvolvi essas habilidades em pesquisas acadêmicas e na prática astrológica. 

Independentemente de ter Mercúrio retrógrado no mapa natal, todos podem explorar os dons dessa energia ao observar os trânsitos retrógrados no céu. Em 2025, Mercúrio retrógrado ocorre nas seguintes datas: 

1)        14/03 a 07/04: de Áries/fogo até Peixes/Água. Observe emoções e pensamentos que impactam o coração. Se sente o chamado para ser artista, terapeuta e espiritualista esse é o momento de (re) começar. 

2)        17/07 a 11/08:  Leão/fogo. Se expresse. Se sente o chamado para carreiras como o magistério, palestras, teatro, dança, eventos, cerimoniais, etc. legitime esses dons. 

3)            09/11 a 29/11: de Sagitário/fogo até Escorpião/água. Explore conexões profundas, estudos e jornadas de transformação. 

Aproveite esses dias para reconhecer e capitalizar dons e dificuldades, transformando-os em felicidade.

9 de dez. de 2024

603) O Mito de Aquiles na Série em Senna

 

O Mito de Aquiles em Senna
Mônica Clemente (Manika)

Aquiles foi um famoso guerreiro da mitologia grega, sendo peça-chave na vitória da Guerra de Troia. 

Segundo o mito, ele foi banhado por sua mãe, Tétis, no Rio Estige para se tornar invencível, com exceção dos calcanhares — a parte do corpo pela qual sua mãe o segurou durante o banho de imortalidade. 

O famoso “calcanhar de Aquiles”, que recebeu a flechada envenenada que o matou, nos lembra que a crença na invencibilidade não deve cegar alguém a ponto de ignorar riscos e autoproteção. 

Esse ensinamento ecoa o Hexagrama 36 do I Ching: em tempos de perigo extremo, não há vergonha ou culpa em se esconder. 

Na série sobre Ayrton Senna, o piloto é retratado como invencível e impetuoso, lembrando Aquiles.  

O seu “calcanhar” era o hábito de se arriscar em nome da vitória e da busca por estados transcendentais, algo comum a artistas e atletas altamente disciplinados. 

No entanto, sua predisposição ao risco foi apresentada como uma expressão de amor ao esporte e um desejo de inspirar o povo brasileiro. 

Esse “calcanhar de Aquiles” ficou exposto na fatídica pista de Ímola, que já havia enviado vários sinais de perigo, sem que fossem suficientes para evitar a tragédia. 

Pessoas com scripts de vida semelhantes ao de Aquiles — e aqui não afirmo que Senna seguia esse padrão, mas vi na série essa conexão — enfrentam escolhas cruciais. 

Tétis pôde escolher entre uma vida longa e feliz para o filho ou torná-lo uma lenda. Ela optou pelo heroísmo do filho, e como dizia Hellinger: os heróis morrem cedo.

Aquiles não precisava morrer para ser uma lenda. Já era vitorioso e prestigiado. Sua morte precoce não foi destino, mas resultado da falta de escolhas para mudar seu script: ele poderia ter protegido seus calcanhares. 

Senna tentou proteger a si mesmo e aos outros pilotos pedindo o cancelamento da corrida em Ímola. Contudo, assim como Tétis não deu escolha ao filho, os responsáveis pela prova ignoraram seu pedido. 

A lição é clara: o destino não oferece escolhas, mas scripts de vida, sim.

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Sobre a FIA (Federação Internacional Automobilística), podemos associá-la a muitos mitos e arquétipos, mas seguindo a lógica do texto, ela me parece as FIAndeiras. 

As Moiras na mitologia grega controlam o destino, fiando, medindo e cortando o fio da vida, o que se alinha com o poder regulador e controlador que a FIA exerce sobre o automobilismo. Ao menos na temática da série Senna.  

Como as Moiras refletem a FIA:

1.    Cloto (a que fia o fio da vida): Representa o papel da FIA em criar e manter as regras, literalmente “tecendo” o tecido das competições automobilísticas. 

2.    Láquesis (a que mede o fio): Alude à função de avaliar e regulamentar o que é permitido, estabelecendo limites precisos para tecnologias, performances e condutas nas corridas.

3. Átropos (a que corta o fio): Simboliza o poder final da FIA de decidir destinos — desqualificar equipes, aplicar punições ou até banir tecnologias inovadoras consideradas ilegais. “Moira” que mais atuou sobre Senna. 

As fiandeiras trabalham nos bastidores, com um poder quase invisível, mas imenso, que define a trajetória dos eventos. Assim como a FIA, as Moiras não participam diretamente das corridas, mas moldam o curso de tudo com suas decisões. 

Essa comparação amplia o simbolismo do “poder estruturante” e traz à tona a dimensão de controle quase “destinal” que a FIA exerce.  

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Ficha Técnica:

A minissérie “Senna” é uma produção brasileira da Netflix que retrata a vida e carreira do lendário piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna. Com estreia em 29 de novembro de 2024, a série é composta por seis episódios e está disponível em mais de 190 países.

• Título: Senna

• Ano de Produção: 2024

• Gênero: Biografia, Drama

• Formato: Minissérie com 6 Episódios

• Direção Geral: Vicente Amorim

• Direção: Julia Rezende


Mônica Clemente (Manika)
@constelacoes_mitologicas
@manika_constelandocomafonte

4 de dez. de 2024

602) Do Sufoco à Transfomação: Do Mapa Preditivo para o Propositivo

 


Do Sufoco à Transformação: 
O Que Você pode Fazer com Seu Mapa Astral  

Mônica Clemente (Manika)

Os gatos brigam porque são assim, ou porque estão em um saco? 

Para a astrologia preditiva, os gatos brigam porque são assim. Para a astrologia propositiva, os gatos brigam porque estão no saco. 

Da mesma forma, você tem brigado porque (seu mapa) é assim, ou porque está em uma situação em que se não lutar vai sufocar até seu fim? 

Quais saídas seu mapa tem? 

Talvez você tenha desistido de brigar, mas em vez de alívio, sua pressão subiu, sua tiroide colapsou, seu tesão desapareceu e nada de emagrecer. E se, em vez de lutar uns com os outros, os gatos arrebentassem o saco? 

Eu sei, não é tão simples assim. Às vezes, o “saco de gatos” está em uma pirambeira. Se ele romper, todos podem cair e se machucar. Como evitar isso? 

Com redes de apoio:  amigos, família e até novas conexões. Mas, e se a própria rede for o saco? Nesse caso, mude os amigos, redefina a relação com a família e busque outros suportes. E, acima de tudo, seja propositivo. 

Na astrologia propositiva – um dos pilares da Astrofenomenologia – os arquétipos não determinam, mas oferecem possibilidades. 

Saturno, pode ser o saco de gato, representando aquilo que construímos e nos aprisiona, ou a rede que nos sustenta. 

Marte pode ser a briga ou a coragem de romper padrões. 

Vênus pode ser a submissão ou a catalisadora de conexões e grupos de apoio. 

Mercúrio pode ser as mentiras (inclusive a que contamos para nós mesmos) ou a busca de soluções.

Júpiter pode ser a teimosia ou a mudança de perspectiva. 

Urano pode ser o egoísmo ou a tomada de consciência. 

Netuno pode ser a bondade cega ou a dissolução de ilusões. 

Plutão pode ser o apego vingativo ou capacidade de transformação. 

Cada arquétipo astrológico pode estar a seu serviço, dependendo da forma como você os gerencia.  

Por isso, na Astrofenomenologia, priorizo uma abordagem propositiva em vez de preditiva. Essa abordagem busca propostas e alternativas construtivas, com foco em soluções práticas e no desenvolvimento da sua autonomia e discernimento. 

Até porque não adianta prever algo antes de saber o que se pode fazer. 

Mônica Clemente (Manika)
@astrofenomenologia
@manika_constelandocomafonte

16 de nov. de 2024

601) LOST a Luz das Constelações Familiares

 

LOST a Luz das Constelações Familiares
Mônica Clemente (Manika) 

E se pudéssemos abordar LOST por meio das Constelações Familiares? 

 O que essa série, cheia de camadas, símbolos e mitologias revelaria sobre “comunidade de destino”, “pertencimento”, “laços do destino” e ouras descobertas de Bert Hellinger? 

Durante seis temporadas, um grupo de passageiros tenta sobreviver em uma ilha paradisíaca e misteriosa, após a queda do Voo 815 da Oceanic Airlines.

Cada um dos personagens traz consigo “bagagens” – histórias marcadas por exclusão e pertencimento - que precisarão enfrentar ao longo de suas aventuras. 

Um exemplo disso é o Dr. Jack, que carregava o corpo do pai morto no porão do avião. (Porão, Ilha, selva e oceano podem ser compreendidos como metáforas das profundezas do inconsciente). 

A sensação de fracasso de Jack, alimentada pela constante competição e exigências do pai, o perseguia por meio de inúmeras tentativas frustradas - e às vezes trágicas -  de salvar todos a sua volta. Mas quem o salvaria? Ele precisava fazer tanto para conseguir um pouco de amor e superar sua baixa autoestima? 

John Locke, por sua vez, descobriu, a duras penas, que a fé move montanhas. Porém, ela precisa ser humilde diante das forças coletivas, como guerras e pandemias, aqui representadas fumaça escura – o “monstro”. 

Já Sawyer, marcado pelo luto e pela raiva devido à perda brutal de seus pais na infância, encontrou redenção ao abandonar a exclusão voluntária e se conectar com os novos amigos. 

Kate, por outro lado, precisou se reconciliar com as escolhas desastrosas do seu passado, aprendendo a ser uma pessoa mais confiável e presente para seus amigos e parceiros. 

Sayid seguiu a “boa consciência” (é esse nome mesmo) de matador e torturador, movido pelo medo de não pertencer, até finalmente encontrar coragem para avançar até a “má consciência”: a difícil decisão de agir contra as expectativas do seu grupo. 

Hugo, como todo hipersensível que tenta agradar a todos sem muito discernimento, entra com contato com seus sentimentos ao longo da jornada e, assim, se torna um líder amoroso, o que nenhum dos outros conseguiu ser. 

E assim segue os personagens de LOST, com histórias que espelham a complexidade humana que podem ser abordados por temas centrais das Constelações Familiares. 

Do primeiro ao último episódio, testemunhamos o que Bert Hellinger descreveu como uma "comunidade de destino". No contexto das Constelações Familiares, essa expressão refere-se ao fato de que todos os membros de um sistema familiar – seja uma família, grupo e comunidade - estão profundamente conectados por um destino compartilhado. 

Isso significa que as ações, escolhas e sofrimentos de um indivíduo dentro desse sistema impactam os demais, criando laços invisíveis que transcendem gerações. 

Hellinger observou que, muitas vezes, essas conexões se manifestam como identificações inconscientes com membros da família que foram excluídos, esquecidos ou que sofreram traumas significativos. Ou pessoas que prejudicamos ou foram prejudicadas por ancestrais nossos, como os saltos no tempo que os personagens de LOST fizeram, mostrando conexões com outros indivíduos ao longo das temporadas. 

Assim, uma pessoa, sem perceber, pode repetir padrões ou carregar cargas emocionais que não são propriamente suas, como se estivesse tentando "compensar" ou "curar" algo no sistema familiar. 

A "comunidade de destino", portanto, mostra como estamos interligados dentro de um campo maior, onde nossas ações e destinos se entrelaçam. 

No último episódio de LOST, fica claro que, apesar de terem histórias individuais carregadas de traumas, os personagens foram unidos pela ilha em uma experiência compartilhada que transformou suas vidas para sempre. Mesmo após a morte, eles permanecem conectados em um "espaço além do tempo", onde precisam se reencontrar para reconhecer, honrar e liberar aquilo que viveram juntos. 

Não importa se suas relações eram de amor, amizade ou conflito — o que viveram juntos os ligou para sempre. Isso ecoa a ideia de que, dentro de uma comunidade de destino, ninguém pode ser excluído. Mesmo os antagonistas, como Ben Linus, têm um papel crucial no sistema. 

(De agora em diante tem spoiler) 

Assim, os personagens se reúnem em uma "realidade alternativa", onde cada um ocupa seu lugar e reconhece o impacto dos outros em sua jornada. Eles precisam se lembrar uns dos outros para seguir em frente — exatamente como em uma constelação familiar, onde o reconhecimento e a inclusão permite que o amor flua pelo sistema. 

A ideia de que o que passaram juntos "atua sobre eles até além da morte" reflete a essência da comunidade de destino. Não importa o que aconteceu em suas vidas individuais; o destino compartilhado na ilha criou um campo que continua existindo, conectando-os mesmo após a vida física. 

Essa visão está alinhada com a ideia de que as conexões humanas não estão limitadas pelo tempo ou espaço. 

No final de suas vidas, quando relembram os momentos que tiveram um com o outro se tocando pela “última vez”, é como se os personagens dissessem: "Você pertence, eu te vejo, e o que vivemos juntos importa." 

Essa mensagem dissolve as amarras dos traumas individuais e do isolamento, que os mantinham perdidos – lost - permitindo que eles sigam para a luz — um símbolo de integração e libertação.


FICHA TÉCNICA DE LOST

  • Título Original: Lost
  • Gênero: Ação, Aventura, Drama, Ficção Científica
  • País de Origem: Estados Unidos
  • Idioma Original: Inglês
  • Número de Temporadas: 6
  • Número de Episódios: 121
  • Duração dos Episódios: Aproximadamente 40–48 minutos
  • Exibição Original: 22 de setembro de 2004 – 23 de maio de 2010
  • Emissora Original: ABC / Atuamente está na NETFLIX

Criadores:

  • Jeffrey Lieber
  • J.J. Abrams
  • Damon Lindelof

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11 de nov. de 2024

600) Lobos, Totens e Mitos

  


Lobos, Totens e Mitos:
As Constelações Mitológicas do Lobo

Mônica Clemente (Manika) 

Se o casal de Lobos passou pela sua frente, como dizem os xamãs norte-americanos, possivelmente você valoriza os laços familiares e de grupo, assim como o lobo, que se dedica aos companheiros para a alcateia sobreviver. 

Essa lealdade se expressa quando ele uiva para se comunicar, especialmente durante a Lua cheia, quando a noite clara facilita as caçadas. Essa habilidade faz dele um grande professor, como aqueles que o têm como animal de poder.  

Quando um lobo encontra seu companheiro, forma laços duradouros e monogâmico, tornando-se um símbolo de lealdade.  Cada alcateia geralmente tem um casal alfa, o único a se reproduzir, garantindo a estrutura do grupo e o cuidado com os filhotes.  

Quando um dos parceiros morre, o sobrevivente fica visivelmente afetado, podendo se mostrar mais reservado, embora seu uivo preencha a noite de luto. Com o tempo, se necessário para a alcateia, ele pode encontrar outro parceiro. 

Assim, os lobos exemplificam a complexidade das relações e a profundidade dos laços afetivos, algo que nos conecta a eles em nossa busca por conexão e companheirismo, especialmente para quem tem o lobo como seu animal totêmico. 

Quando facilito as Constelações familiares dos contos de fada, ou o “Constelações Mitológicas”, o Lobo se revela como o pai ou a mãe que sofrem alienação parental em “Os Tres Porquinhos”.  Nessa história, os porquinhos representam filhos que criam  barreiras cada vez mais fortes, graças ao pai ou mãe que desconsidera o parceiro/a como genitor e cuidador, enfurecendo quem se dedica à família sem nenhum reconhecimento. 

Em “Chapeuzinho Vermelho”, o Lobo se revela como um homem que faz mal às  crianças, e em “Lobisomem” e “O Lobo e os Sete Cabritinhos”, um marido que maltrata a esposa. Embora já tenha visto dinâmicas de doenças hereditárias e maldições surgirem nas constelações do conto do Lobisomem. 

Essas projeções humanas sobre os lobos, incitaram a destruição de alcateias, levando esses belos animais à beira da extinção, desequilibrando a fauna e a flora, outra das suas conexões. 

Se um casal de lobos uivando cruzou o seu caminho é porque seus cantos de amor são  para você. 

Mônica Clemente (Manika)
@manika_constelandocomafonte 
@constelacoes_mitologicas  

#ConstelaçõesMitológicas  #Mitologia  #lobo  #xamanismo  #animaisdepoder   #familienstellen #constelacaofamiliar 

 

29 de out. de 2024

599) Desatando os Laços do Destino no Curta Kutoja

 

Kutoja (O Último Tricô)


Desatando os Laços do Destino no Curta Kutoja:
A simbologia dos Cabelos e Mãos nos Emaranhamentos
Mônica Clemente (Manika)
 

O curta-metragem finlandês Kutoja (Tricoteira ou The Last Knit, 2005) apresenta uma mulher apegada ao ato de tricotar, mesmo quando isso a coloca à beira de um abismo, símbolo do inconsciente e da sombra. Como dizia Nietzsche: “Quando se olha muito para o abismo, ele olha para você”. 

Usar as mãos – seja tricotando, lavando louça, escrevendo etc. – é uma das formas recomendadas para liberar-se de pensamentos insistentes. Assim, o inconsciente pode trazer soluções novas, que antes não eram vislumbradas pela consciência, ocupada por uma obsessão com algum assunto não resolvido. 

No curta (spoiler a partir daqui), a obsessão pelo ato de tricotar representa uma mente que se recusa a parar de pensar, a ponto de a personagem se emaranhar nos próprios cabelos, aproximando-se perigosamente do precipício. 

O emaranhamento é um conceito também presente na Constelação Familiar, onde um descendente pode se identificar, pelas desordens do amor, com um ancestral ou com um tema repetitivo que atravessa gerações em sua família. É como se seu destino estivesse sendo tecido por uma história antiga, sem que ele consiga se desvencilhar dela. 

Em certo momento, a personagem consegue libertar-se desse embrolho cortando seus cabelos, rompendo os laços de destino com histórias passadas que não pertencem à sua jornada. 

Simbolicamente, cortar o cabelo representa transformação por meio do desapego, como no conto de fadas Rapunzel, que se liberta das influências parentais e sociais à medida que se conhece mais profundamente. Como diz Eric Berne, criador da Análise Transacional e dos Scripts de Vida: “Os scripts são possíveis apenas porque as pessoas não sabem o que estão fazendo consigo mesmas e com os outros. Saber o que se está fazendo é, de fato, o oposto de seguir um script.” 

Berne sugere que, por meio do autoconhecimento (uma possível representação de tricotar de forma saudável), é muito mais fácil transformar um roteiro de vida do que tentar mudar o mundo ou os genes herdados. 

Na Constelação, o processo é um pouco diferente: não se trata de cortar laços, mas de se libertar ao se posicionar no lugar certo de acordo com as “ordens do amor” dentro de um contexto específico. As ordens do amor são: pertencimento, ordens de entrada na família (hierarquia e precedência) e as dinâmicas de dar e receber entre iguais, assim como entre aqueles que vieram antes e depois. 

Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares, explora essa temática em seu livro Desatando os Laços do Destino, relacionando-a a certas doenças. O objetivo não é curá-las, o que cabe à medicina, mas mostrar as dimensões relacionais envolvidas na manutenção da saúde e como alguns sintomas podem apontar o caminho perdido até ela: a saúde e as boas formas de se relacionar quando se encontra o melhor lugar nas relações, segundo as ordens do amor.

FICHA TÉCNICA

Título Original: Kutoja (Tricoteira ou Tecelã)

Estreia:15/09/2005

Roteiro e Direção: Lara Neuvonen

Duração: 7 minutos

País: Finlândia

Referências: https://frauenfilmfest.com/en/movie/the-last-knit/

Mônica Clemente (Manika)
@manika_constelandocomafonte
@constelacoes_mitologicas
www.constelacoesmitologicas.com.br

#autoconhecimento #kutoja #oultimotricô #tricoteira #tecelã #desapego #ericberne #berthellinger #tricotar #scriptsdevida #constelacaofamiliar #familienstellen #constelaçõesmitológicas #cinemaeconstelaçãofamiliar

24 de out. de 2024

598) As Lições de Saturno através das Casas Astrológicas

  

As Lições de Saturno pelas Casas Astrológicas
Mônica Clemente (Manika)

A posição de Saturno no seu mapa astral, através dos seus Trânsitos e dos seus Retornos (a cada 29 anos), revela o que você fará para se sentir respeitado na área ou situação regida pela casa onde ele está.

Por exemplo, se você nasceu com Saturno na casa 2, leia a orientação do "SATURNO NA CASA 2" a seguir. 

E leia a orientação da casa astrológica, em seu mapa, onde o Saturno em Peixes está transitando atualmente. Hoje, em outubro de 2024, Saturno está a 13 graus de Peixes. Veja em que casa do seu mapa astral está o 13o grau de Peixes e leia a orientação dessa casa também.

Enquanto não conquistar o que essas casas regem, sentirá inveja de quem fluir por essas áreas, principalmente quando Saturno estiver ativando-as.

Saturno na:

Casa 1: busca o corpo perfeito, desconsiderando a saúde e seus relacionamentos. Seu desafio é reconhecer quando respeitar ou expandir seus limites. 

Casa 2: busca riquezas, muitas vezes contra os próprios valores, até reconhecê-los e honrá-los para ter a tão sonhada estabilidade. 

Casa 3: busca a aprovação dos pais, porque foi menosprezado ou valorizado em relação a um irmão. Seu desafio é parar de se comparar e perceber o quanto gostam dele. 

Casa 4: busca suprir a ausência física ou emocional de um dos pais. Seu desafio é reconhecer seu lugar na família e no trabalho.

Casa 5: impõe sua criatividade em contextos que não a valorizam, até encontrar ambientes e pessoas que celebrem sua genialidade.

Casa 6: busca perfeição, criticando tudo e todos, até libertar sua criança interior.

Casa 7: realiza o casamento dos sonhos.  Seu desafio é escolher a pessoa certa, com amor genuíno. Ou se casará apenas pelo status de estar casada.

Casa 8: busca dinheiro ou poder para mascarar o medo de intimidade. Perderá os relacionamentos até investir na riqueza dos encontros verdadeiros.

Casa 9: acha que leis e normas não se aplicam a ele, uma vez que tende a ser muito ético e rígido. Perderá saúde, dinheiro e processos até aprender a respeitar as leis dos homens e da natureza.

Casa 10: busca poder ignorando sua vocação. Seu desafio é usar sua liderança para fazer o que ama e não o que querem que faça.  

Casa 11 busca as ambições do grupo que admira, mesmo que não tenham a ver com sua missão. Seu desafio é ter amigos e grupos alinhados com seus valores.

Casa 12: busca salvar o mundo, acreditando que sua morte ou a  saúde precária, por tanta doação, purificam os pecados. Seu desafio é reconhecer os limites da sua humanidade.

Mônica Clemente (Manika)

@astrofenomenologia

@manika_constelandocomafonte

#saturno #astrologia

16 de out. de 2024

597) Você Conhece os Potenciais dos Elementos do seu Signo Chinês

 


Você conhece os potenciais dos elementos do seu signo chinês

Mônica Clemente (Manika)
@manika_constelandocomafonte
 

O horóscopo chinês tem ciclos de 12 anos, cada um representado por um animal: 

Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão e Porco.  

Além dos animais, os 5 elementos — Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água — também influenciam a energia dos signos e dos anos. Por exemplo, em 10/02/2024 começou o Ano do Dragão de Madeira, que se estenderá até 28/01/2025, seguido pelo Ano da Serpente de Madeira.  

Os elementos, suas potencialidades e desafios são: 

Madeira: Relaciona-se ao crescimento e vitalidade. Pessoas sob a influência de Madeira tendem a ser criativas e expansivas, mas podem ter problemas de fígado e raiva quando desvalorizadas ou quando desqualificam os outros. Seu aprendizado envolve escolher melhor suas relações para preservar sua energia. 

Fogo: Representa paixão e energia. Quem é influenciado pelo Fogo é afetuoso, mas pode ter problemas cardíacos ao reprimir sentimentos. A tendência ao pessimismo surge quando se acha merecedor de mais do que pode oferecer. O aprendizado é ser mais humilde e expressar suas emoções de forma equilibrada. 

Terra: Associada à estabilidade e confiabilidade. As pessoas de Terra têm tendência a exagerar, cedendo demais ou acumulando excessos, o que pode afetar o baço. Precisam aprender a cuidar de si mesmas, equilibrando suas responsabilidades e limitações. 

Metal: Ligado à força de vontade e clareza. Influenciados por Metal tendem a ser rígidos, descartando sentimentos. Isso pode levar a tristeza e problemas pulmonares. O desafio é integrar clareza com sensibilidade para fortalecer suas conexões. 

Água: Relaciona-se à flexibilidade e intuição. As pessoas de Água são afetivas, mas podem ser manipuladoras ou emocionalmente sufocantes, com medo de perder relacionamentos. Seu aprendizado é equilibrar suas emoções e cultivar relações saudáveis, como os rins, que trabalham juntos em harmonia. 

No seu corpo, existem todos esses elementos, funcionando em um grande circuito de alimentação, retroalimentação para apoiar sua saúde integral

 

Mônica Clemente (Manika)

@manika_constelandocomafonte

#horóscopochinês #astrologia #astrofenomenologia 

 

596) Tudo é Vibração, já dia Einstein e os Yogues

 


Tudono universo é vibração, já dizia Einstein e os Yogues.

Mônica Clemente (Manika)

@manika_constelandocomafonte 

Há milênios, os yogues já sabendo disso, criaram sua ciência intuitiva sobre o som: o mantra. Ao ser entoado ele fazia o yogue entrar em sintonia com o universo autoconsciente. Por isso, Mantra significa o som (man) que liberta (tra), tendo três características para isso: 

  1. Duas silabas para que uma seja ativada na inspiração e a outra na expiração. A respiração é como o arco do violinista que vibra as cordas da mente.

2.        O mantra precisa ser potencializado por um guru no chakra da sua garganta, antes de ser usado nas iniciações. Essa potencialização precisa ser refeita a cada 2 ou 3 mil anos. 

3.        O mantra, que é  passado em segredo, precisa ser em sânscrito porque esta língua tem os sons do próprio corpo, o que atua sobre o bem-estar integral do praticante. 

Quando repetidos na meditação, expandem a mente purificando-a, o que acelera seu desenvolvimento trazendo alguns problemas. Por exemplo, o que está impedindo a expansão mental precisa ser expurgado com sintomas físicos (busque um médico e um nutricionista). Ou mentais e relacionais (busque uma terapia). 

Há outros tipos de mantras bem potentes: Ma-mãe e  Pa-pai

Repetindo algumas vezes, o praticante é capaz de se cuidar mais, de ficar no seu lugar diante dos pais e de se conectar com sua Fonte de vida independente das atitudes deles.

Há ainda outros tipos de mantras, sons que nos sintonizam com a bem-aventurança do dia.

Bom dia!

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PS: Yantra é a forma que liberta. O que você tem visto e pensado estes dias liberta a sua mente? 

Mônica Clemente (Manika)

@manika_constelandocomafonte

#mantra #prsarkar #familienstellen #yoga #einstein 

 

608) Não se Tomam Decisções Importantes Lamentando uma Derrota

  Não se tomam decisões importantes lamentando uma derrota * Mônica Clemente (Manika)   Quantas vezes você já tomou decisões precipitada...